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quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Olinda - Sintra ( Edições da Casa das Cenas )

... Recebo versos de poetas da minha Sintra desejada                                                    .
amada em voltas de nuvens de fadas e reis                                       
eternos mestres de palco seculares                                                  
do Algarve ao Minho cantam e encantam                                     
milhares de passarinhos.           
                                                      
 João Cavalcanti Ribeiro Júnior           
                                                        
...Património cultural de maré portuguesa    
Principio de uma visita a Sintra de Olinda
Argonautas de aquém e além mar  
 Intercâmbio cultural a carburar
 Fraternidade e Poesia a fundar.

 Jozé Sabugo

Numa edição da Casa das Cenas, Olinda - Sintra 
( Correspondência Poética de Aquém e Além Mar )
para além dos poemas tem fotografia de Mariete Oliveira ( capa ), 
João Paulo da Silva ( meio )
e Márcia Santos de Melo ( contracapa),
Os autores conheceram-se em Sintra, em 2012
e após oito anos de correspondência pró-poética digital, 
em modo de confinamento, compilaram alguma dessa comunicação poética, 
de onde resultou este frutuoso livro denominado Olinda - Sintra.
O livro está disponível, basta fazer o pré pagamento do envio pelos CTT Portugal. 
Mais info. Edições Casa das Cenas 939392193 
 

domingo, 18 de março de 2018

André Fausto & Os Companheiros de Aventura no Baile das Camélias 2017

O Baile das Camélias voltou este ano a surpreender todos os seguidores-participantes, (mais de duas centenas), com com mais uma magnífica decoração do salão nobre da S.U.Sintrense.

A par da decoração que já tem uma longa história, o grupo de baile Vise Versa, igual si mesmo, e um dos melhores a nível de reportório musical para dançar, abrilhantou a noite.
Este ano a direcção S.U.S. presidida pelo ilustre Sintrense Fernando Pereira voltou a promover gente da terra, numa parceria com a Casa das Cenas de Sintra. 

O novíssimo grupo-banda internacional de Música Tradicional Portuguesa de Fusão, com as suas origens em São Martinho de Sintra, denominado, André Fausto & Os Companheiros de Aventura, tocou e cantou temas tradicionais, com um cheirinho " ao Bailarico Saloio" encantou e entusiasmou os associados e o povo Sintrense.

Mais um ano que a S.U. Sintrense cumpre a tradição, inovando em parceria com a Casa das Cenas, com a participação dos Sintrenses em grande numero e a contribuir, desse modo, para a Vila de Sintra, ser palco do Baile das Camélias, tradição ímpar no Concelho de Sintra.


André Fausto & Os Companheitros de Aventura -  vila de Sintra,
a promover o lançamento do EP Sê Tu Todo. Uma Edição da Casa das Cenas.
                               Ver e Ouvir

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017


Mais uma Hora do Conto - Animação do livro e da leitura, com um final feliz.
Desta vez com João Miranda mais o seu violão a acompanhar  
o contador de histórias Jozé Sabugo, com o apoio da C.M.Sintra.
Obrigado aos pais, educadores, auxiliares de educação 
e ao MU.SA - Museu de Artes de Sintra, 
por tornar este momento uma lembrança
 saudável para toda a criançada.
Uma Produção do Grupo Acusa Teatro
Another Storytime - Animation of the book and reading, with a happy ending. This time with João Miranda plus his guitar to accompany storyteller Jozé Sabugo, with the support of C.M.Sintra. Thanks to parents, educators, education assistants and the MU.SA - Arts Center of Sintra, for making this moment a memory  healthy for the whole child.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Encontro de Parcerias


Este evento visa estreitar os laços de cooperação entre as várias associações e grupos sediados em Sintra que ao longo dos vinte anos de existência da Casa das Cenas têm apoiado esta ideia na promoção dos valores e da cultura Sintrense.

Para além disso, este encontro associativo vai proporcionar a apresentação de novos projetos de colectivos artísticos profissionais da nossa região Saloia e é aberto à comunidade em geral.

Já estão confirmadas as presenças do Teatro União/ Sociedade União Sintrense, Quinta dos 7 nomes, Teatromosca, ONG Korsang di Malaka, Raízes na Terra / Raíz Teatro e Grupo Acusa Teatro.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Projeto Ler em Sintra: Meia-Rua de Gil Vicente, Vila de Sintra, Sintra, Património Mundial Paisagem Cultural

Projeto Ler em Sintra, dia 7 Julho de 2016,  a partir das 16.30h
 com o apoio da Exposição Broken Mirrors de Catarina Inácio
 e a colaboração dos empresários e comunidade.
Project Read in Sintra, on 7 July 2016, from 16:30 with the storyteller and teader Jozé Sabugo with the support of the exhibition Broken Mirrors Catarina Inácio  and collaboration of business spots and community.



Jozé Sabugo a ler em Sintra o  Sintra Guia do Concelho, edição 2008,
um projeto do Pelouro de Turismo da Câmara Municipal de Sintra.
Fotografia: João Branco, 2013

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Projeto Ler em Sintra, o que é ?

Project Read in Sintra (and everywhere).

The Reading Project in Sintra aims the support and implementation of other projects in the promotion, animation books and reading, as the Story Time - Book and Reading animation, has done 20 years in 2015 and will be done to that reading is a healthy habit for personal development of all citizens.
We read what?
How long is a day player and we get you reading?
We read because we want to know about a particular subject?
We read because we are obliged to do so?
We read because we have nothing else to see?
We read because we want to know the author?

These questions, however familiarity with particular author can reveal how we build our self or how he built his style and how to use this experience to say in writing, as orally not had such a comfortable way.

Reading is fundamental and is phenomenal whole:
Poetry, Romance, Drama, Prose, Newspapers, Magazines, Literature, Essays, Philosophy, History, Interviews, almanacs, encyclopedias, speeches, textbooks and Technicians, Film Arguments, Flyers, etc.
Reading opens and closes doors and windows of knowledge.
Only with experience in readings can create memories, make critical choices, trend or innovation if the intention of the viewer-reader-creator animator space / place.
Being Player, share books, go to libraries or bookstores have to be socially accepted as innovative behavior. The difference must be assumed as a response to the conformism of not reading.
And why in Sintra?
Because Sintra has always inspired men - poets, kings and queens, travelers from all latitudes and geographies.
We read in Sintra (and all inspiring places like Sintra). This statement looks like a obvious advice to take into account that sometimes tends to be forgotten for those who visit, discovers and enjoys the inspiring places in nature as it has been Sintra over time.

Projeto Ler em Sintra - Escadinhas do Briamante - ( foto José figueira )

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Festa da Hora do Conto 2015 faz homenagem a Cláudio de Brito.

Homenagem a Cláudio de Brito na Festa da Hora do Conto 2015

De 25 de Setembro a 1 de Outubro, a Festa da Hora do Conto 2015 faz a abertura no MUSA- Museu de Artes de Sintra e o fecho na Casa Mantero - Biblioteca Municipal de Sintra com a Hora do Conto - Biló e a Fada Cynthia de Cláudio de Brito, o homenageado desta edição.


Esta 3ª edição, para além de homenagear o criativo e virtuoso agente cultural Sintrense e um dos fundadores do Grupo Acusa Teatro, Cláudio de Brito, dá inicio ás comemorações dos 20 Anos da Hora do Conto em Sintra, iniciado em 1995, por Cláudio de Brito e Jozé Sabugo no Palácio Valenças, ex-Biblioteca Municipal de Sintra. 


Mais Info.
http://horadocontoemsintra.blogspot.pt/
Contatos: horadocontoemsintra@gmail.com  ou  939392193

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

FILOMENA GALEGO com saudade do brincar de "Os Bichos" de Gandhy Piorski

"Quando, no Outono, visitámos o parque da Liberdade, deparámo-nos com  várias esculturas de animais.
Eram de uma exposição denominada "Os Bichos" que fez parte das comemorações dos 70 anos do parque, em 2007.
O Galo Verde de Sintra
Nessa altura, as esculturas eram bem vistosas e  foram coloridas com as cores das flores do parque, mas levantaram alguma polémica entre custo/beneficíos estéticos e mais valia para aquele bonito espaço verde. 
Mas "os bichos" lá ficaram e ainda lá estavam em Novembro passado, já com as cores desbotadas e, alguns, um pouco deteriorados.
Em Dezembro, algumas esculturas foram retiradas ou movidas para outro local, para a instalação da "Aldeia de Natal".
Lá foram, entre outros, o camelo, o rinoceronte, a girafa e o pato, para parte incerta...
Encontrámos um dos bichos, alguns metros à frente, na companhia do galo. Tinham-lhe colocado uma coroa de natal ao pescoço e lá estava ele com um ar meio triste que mais parecia um perú na véspera de Natal.
Não sei se, terminada  a época natalícia, os bichos voltaram para o parque ...
Se souberem, digam-nos! 
De qualquer modo, aqui fica o registo do que observámos nessa altura.
Sintra tem sempre motivos para ser visitada e revisitada e se não estiverem lá "os bichos",  há coisas muito interessantes para ver!
Boa semana."
Simplesmente adorei o texto; fala da importância do Lugar, de Os Bichos, da preservação, da memória, dos valores, do Belo, do Brincar, da admiração pelo Parque da Liberdade.
Não prometo mas irei dar o meu contributo para conservar a brincadeira de Os Bichos do Parque da Liberdade. JZ

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Uma Visita a Sintra cheia de Surpresas e de Arte

"E tudo começou assim...

Um dia fomos passear a Sintra, um grupo do CENTRO DE ESTUDOS & ARTES localizado nos Casais de Mem Martins, de mochila ás costas (bem fornecida de alimentos e água), sapatos práticos e chapéu na cabeça. Concordámos todos em começar o dia pelo Museu de História Natural e chegámos à porta à hora de abertura, a equipa do museu ficou surpreendida com a nossa chegada...expliquei que não tínhamos pressa e que todos os elementos do grupo se portavam muito bem, pois já é nosso hábito fazermos visitas a museus, exposições de arte, etc. Entretanto, veio a pessoa responsável dizer-nos que estavam à espera de um grupo com marcação de cerca de 100 pessoas, mas que podíamos entrar de imediato. Entrámos e surpreendentemente alguém muito simpático acompanhou-nos na visita mesmo numa situação de surpresa sem marcação (as coisas estavam a correr bem!)...durante a visita a responsável pelo museu chegou ao pé mim e disse que iria acontecer um momento de "hora do conto". Olhei para o grupo e todos acenaram que sim com a cabeça, a resposta foi imediata, íamos ter um lugar arranjado à ultima da hora para assistir ao conto "o marinheiro". Seguimos a visita no meio da confusão que cem crianças conseguem fazer num museu...e subimos finalmente ao piso de cima para ir assistir ao Conto. Todos se portaram bem e gostaram daquele momento tranquilo e cultural, sem percebermos ao certo que grupo de teatro era aquele, agradecemos e seguimos o nosso caminho, pois já estávamos cheios de fome. Organizámos o grupo e fomos direitinhos às mesas do Parque das Merendas onde habitualmente almoçamos, quando vamos a Sintra. 

Postal da Casa das Cenas em Sintra
Decorrido o almoço em pleno convívio com a natureza fomos fazer a volta do costume pelas ruas da vila despertando a atenção dos turistas pela alegria com que as crianças percorrem as ruas e sentem a história dos livros sobre Sintra saltar para a frente dos seus olhos (eu sou tipo guia/professora chamando a atenção para cada cantinho, cada pormenor), de repente ali mesmo numa rua ao lado do edifício do turismo fiquei um pouco mais à frente que o grupo e vi sobre uma porta escrito "HORA DO CONTO" pensei para comigo "Nunca vi isto aqui! E espreitei...". Qual não foi a minha surpresa quando vejo dois rostos sorridentes a olharem para mim e a convidarem-me para entrar. Expliquei de imediato que os tinha visto no museu...e disseram para chamar o grupo. Entramos e estava o Jozé Sabugo e o Pedro Zigga a almoçar uma tigela de sopa e pão com queijo numa mesa redonda no meio da sala, rodeados por um mundo de objectos saídos de todas as histórias de Horas de Conto ou de peças de teatro executados pela CASA DAS CENAS, para além de estantes com livros, instrumentos musicais, cadeiras antigas e muitos outros objectos que nos fizeram passar como um portal para outro mundo...este sentimento foi partilhado com as crianças e jovens que nos acompanhavam! E depois de algumas horas que nem foram contadas no relógio à conversa, enquanto cada jovem teve uma experiência musical em que cantaram e tocaram um instrumento. Em cada palavra trocada fomos aos poucos cimentando a muita vontade de fazer alguma coisa pela cultura...de fazer uma parceria...para os jovens, para todos aprenderem pela arte...pela vida!
Cartaz da Festa da Hora do Conto
com o programa a passar no Centro de Estudos e Artes
 de  Mem Martins
Nesta sequência, a 4 de Outubro  de 2014, decorámos o nosso espaço e recebemos o grupo (Acusa Teatro) da CASA DAS CENAS no âmbito da FESTA HORA DO CONTO 2014...estivemos poucos mas o momento aconteceu e correu muito bem ! Parabéns à CASA DAS CENAS."

Este texto acima foi retirado do Facebook do Centro de Estudos e Artes de Mem Martins e,  é o testemunho de um Grupo que experiência um dia de Educação pela Arte em Sintra e participa de um roteiro cultural,    " de fazer alguma coisa pela cultura.." Este feliz acontecimento leva-me a escrever quatro versos - numa quadra do livro " Um Tempo de Cata-Sol " de Maria Almira Medina de 2007.

Mas a lua não tem fundo
tem entranhas generosas
transforma a fome em fartura
dá-nos pão e dá-nos rosas.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Sintra, Visitar e Conhecer

Visitar e Conhecer
Desde 1 Outubro de 2009

Aproveite para conhecer o património e paisagem cultural e as pessoas que preservam  e dignificam o " Eden Glorious " nas palavras do viajante e poeta Lord Byron. 
Aos domingos os munícipes do concelho de Sintra podem visitar gratuitamente (munidos de um comprovativo em como residem no concelho) os Palácios da Pena, Palácio da Vila, Monserrate, Castelo dos Mouros, Convento dos Capuchos, Palácio de Queluz. Bem pertinho da Piriquita e Páteo Sem Cantigas se tiver tempo e curiosidade visite o Espaço Maria Almira Medina | Hora do Conto Projeto da Casa das Cenas - Educação pela Arte.  José António Soares Figueira

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Hora do Conto - Era uma vez um Marinheiro no Museu de História Natural em Sintra

"Mais de oito dezenas de crianças assistiram, no dia 31 de Julho pelas 10.30h, à Hora do Conto - Era uma vez um Marinheiro, pela Casa das Cenas / Grupo Acusa – Teatro, em parceria com a Câmara Municipal de Sintra.
A sala de exposições temporárias do Museu de História Natural de Sintra foi o local escolhido para receber dois grupos de ATL, que se juntaram a outros visitantes do Museu para assistir a esta actividade destinada aos mais novos.
Animação Pedagógica no Museu de História Natural
Acompanhado musicalmente por Pedro Zigga e João Miranda, Jozé Sabugo, o contador de histórias, levou consigo pequenos marinheiros pelas águas turbulentas e calmas da imaginação e do sonho e animou as dezenas de crianças que estiveram no museu.
A entrada no Museu de História Natural de Sintra é gratuita e, no período de férias, é bastante visitado por grupos de crianças" Fonte C.M.S.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Alice Batalha, uma Sintrense que todos deveriam ouvir.

"Uma empresa encontra a sua verdadeira razão de existir se as actividades são orientadas para a realização de uma maior dignidade de vida, não só para aqueles que a compôem ou estão relacionadas com ela, mas também para a sociedade em geral". Quem disse este parágrafo foi um senhor,  que provavelmente visitou Sintra quando a dona Alice era menina, F.J.PHILIPS (Presidente do Grupo Philips).

Alice Batalha veio para Sintra aos 7 anos.
Portanto já vive há mais de 70 anos na Vila .
Mas quando Philips fala de uma EMPRESA, fala de todos. Do mais endireirado até ao que depende da esmola, digo ajuda, para que um ou outro encontrem na sociedade aquilo que faz com que a vida valha a pena ser vivida. Ora a dona Alice é daquelas pessoas que sentem alegria no seu dia a dia. É uma sensação fantástica trocar umas palavras, uma sensação profunda de querer sempre construir e edificar com os outros. Naquele dia, já  manhã está no seu final, dona Alice estava com o sentido no seu passado, quando a Vila tinha tudo. "...agora só tem é turistas que nem BOM DIA sabem dizer", atirou a meio da conversa.
O tudo que a dona Alice disse, é a excelência para se viver num local abençoado pelos DEUSES.
E lá foi dizendo: - a vila já teve 1 hospital, com igeija, casa mortuária e  cinco mparteiras, 5 mercearias, 4 padarias, 2 farmácias, 3 talhos, 1 mercado na Vila - a começar na torre do relógio até á portão traseiro do jardim do Palácio, 3 escolas, uma delas profissional da proteção das raparigas, 1 drogaria, 1 ferreiro para todo o serviço, 1 Dispensário (Instituto Nacional de Tuberculose), 1 Picadeiro, 1 eléctrico da Cª Atlântico de hora a hora - e remata- hoje não temos nada, aliás temos mas não é para as pessoas daqui,  qualquer dia nem pessoas temos. É uma vergonha - diz enquanto olha as horas.
- Já é a quase Meio-dia.
- (olho para o telemóvel)
- Tenho de ir fazer o almoço.
- Desculpe se a atrasei, já agora posso lhe tirar uma fotografia? É que para mim a dona Alice é uma pessoa famosa.
- Ó filho, nunca senti necessidade de sr melhor que ninguém. Agora o que tenho a dizer não mando recado. Sabes uma coisa, já vi o chafariz da vila, o que estava enfrente da Pensão Bristol, ir para a quinta da RIBAFRIA...
- E eu já vi parte do chafariz em mármore vermelho negrais, situado antes do Novo Hotel, na estefânia, levar outro caminho...
- Ó filho já me chega o que sei, vou indo, até logo!
- Obrigado pela conversa e pela fotografia!
Sentei-me no muro da Volta do Duche, com o Palácio da Vila ou das Chaminés como lhe chama o povo, a escrever o que tinha acabado de ouvir da dona Alice. Como amigo de Sintra estou a partilhar para mais ficarem a saber que o povo pode não falar com medo, mas ouve e está atento.
Segundo CASTILHO  "o coelho bravo que abunda (va) em Portugal, alimenta-se de ervas e de certos frutos, mas, de ordinário, só pasta de noite, a não ser nos dias muito grandes de Verão em que procura comida antes de o sol se esconder." Sintra até para os coelhos a vida  não está tão difícil.   JZ2014

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Histórias para Mudar o Mundo 2014

O Conto dos Chineses pelo contador de histórias Jozé Sabugo


Hora do Conto - O conto dos Chineses em Sintra
O conto dos chineses nasce da mestria da narrativa de José Cardoso Pires, considerado um dos mais importantes escritores do século XX.  A História de um homem, das suas filhas e de dois chineses. As diferenças culturais desapareceram através da sensibilidade e do respeito de cada um, como vida unas e complexas.
Na caracterização do ambiente do Patio Sem Cantigas em Sintra a pianista Cecília Bettecourt, dando corpo musical ao conto contado pelo contador de histórias, Jozé Sabugo, sintrense ibérico, em rede com o Mundo e membro da R.I.C.H e criad


sexta-feira, 25 de abril de 2014

ROSAS em Maio Abril sempre.

POEMA - ROSAS em Maio Abril SEMPRE
Era uma vez um Cravo que caiu no mês de Maio
num roseiral e se trans-tornou  numa flôr, chamada Rosa
Por perto ao ver a cena estava um melro a experimentar o seu novo canto primaveril.
A Rosa ao ouvir um ímpar canto do Melro,
olhou para cima na direção do canto maior da Lua
Foi quando a mão do Universo em forma de vento
ajudou a rosa a distribuir suas pétalas em forma de ideias para todo o Universo. 
O Melro, que foi um dos seus primeiros filhos a partilhar a sua voz,
 foi presenteado por outra melodia cheia de en-canto e beleza. 
Quando a primavera acabou, o melro, de bico laranja Sol,
que ignorara a sua beleza e o seu perfume, uma pétala murchou.
Sentimento, egoísta que estava no seu canto a ensaiar
para um dia poder cantar de forma livre em verso.
Quando volta a primavera, o melro experimenta o seu novo canto
para ensaiar a cantar. Ao cantar de novo entendeu para sempre a ideia que a rosa lhe queria ofertar. Uma voz para cantar Abril Sempre.
Jozé Sabugo
(inspirado no poema Rosas de Maio de Luis da Mota Filipe)