Translate
Mostrar mensagens com a etiqueta Cenas de Sintra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cenas de Sintra. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
sábado, 10 de janeiro de 2015
João Luis Silva, de Sintra, promove á mais de 10 anos a dinamização e animação Cultural Urbana
![]() |
| Musica nas Galerias Alto da Barra ! Oeiras Produção: Casa das Cenas - Educação pela Arte em Sintra ! Portugal |
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Sintra, Visitar e Conhecer
Visitar e Conhecer
Aproveite para conhecer o património e paisagem cultural e as pessoas que preservam e dignificam o " Eden Glorious " nas palavras do viajante e poeta Lord Byron.
Aos domingos os munícipes do concelho de Sintra podem visitar gratuitamente (munidos de um comprovativo em como residem no concelho) os Palácios da Pena, Palácio da Vila, Monserrate, Castelo dos Mouros, Convento dos Capuchos, Palácio de Queluz. Bem pertinho da Piriquita e Páteo Sem Cantigas se tiver tempo e curiosidade visite o Espaço Maria Almira Medina | Hora do Conto Projeto da Casa das Cenas - Educação pela Arte. José António Soares Figueira
![]() |
| Desde 1 Outubro de 2009 |
Aproveite para conhecer o património e paisagem cultural e as pessoas que preservam e dignificam o " Eden Glorious " nas palavras do viajante e poeta Lord Byron.
Aos domingos os munícipes do concelho de Sintra podem visitar gratuitamente (munidos de um comprovativo em como residem no concelho) os Palácios da Pena, Palácio da Vila, Monserrate, Castelo dos Mouros, Convento dos Capuchos, Palácio de Queluz. Bem pertinho da Piriquita e Páteo Sem Cantigas se tiver tempo e curiosidade visite o Espaço Maria Almira Medina | Hora do Conto Projeto da Casa das Cenas - Educação pela Arte. José António Soares Figueira
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Casa da Cultura de Mira Sintra apresenta Menina Girassol de Mª Almira Medina
| A Casa da Cultura de Mira Sintra recebe pela primeira vez a Professora e Pianista Cecília Bettencour companhar Jozé Sabugo na Hora do Conto |
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Jozé Sabugo | Hora do Conto - Animação do livro e da leitura em imagens
Desde 1995 a Contar Histórias [ Jozé Sabugo]
Publicada por
Sintra - a natureza a partilhar com a Morrinha, o Sol e a Lua.
à(s)
09:13
Sem comentários:
Etiquetas:
Câmara Municipal de Sintra,
Casa das Cenas - Educação pela arte,
Cenas de Sintra,
Centro histórico de Sintra,
Gonçalo Carmo,
GrupoAcusaTeatro,
Jan Gomes,
jozé sabugo,
Museus de História Natural
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
A água é um direito de todo e qualquer cidadão do Mundo
![]() |
| Ler em Sintra, preservar o património, defender um bem público. |
«A água é um direito e, assim, a luta em defesa da água tem de ser travada no plano da informação, do debate e da defesa deste bem público. A defesa da água, pela água como um direito, direito esse público, como elemento essencial à vida, à saúde e a todos os setores produtivos, tem assumido um papel determinante em todo o mundo e também em Portugal, onde são muitos os exemplos de mobilização em torno da defesa da água», Pedro Ventura, Vereador da Câmara Municipal de Sintra. Posted by José A.S. Figueira
sábado, 7 de setembro de 2013
O escritor Ferreira de Castro num Hotel em Sintra pela objetiva do fotofgrafo Eduardo Gajeiro
Falar de Ferreira de Castro foi e é sempre notícia. A provar isso, basta ir ao Museu Ferreira de Castro em Sintra, que em boa hora a edil Sintrense, se ocupa, e ver uma programação de actividades culturais sobre o autor de A SELVA.
Falar de Eduardo Gageiro também devia ser sempre notícia. Talvez, pela falta de um Museu da Fotografia, porque não criar um em Sintra, o seja menos conhecido que Ferreira de Castro, mas os fotógrafos continuam a ter tanta inspiração no Jardim do Eden tal como os escritores poetas, pintores e escultores, tem tido, mas fala-se muito menos deles, isso é uma verdade.
"Eduardo Gageiro, com apenas 12 anos viu uma fotografia sua publicada na 1ª página do Diário de Notícias. Começou a sua actividade de repórter fotográfico em 1957 no Diário Ilustrado (1956-), e a partir daí dedicou toda a sua vida ao foto-jornalismo.
Foi colaborador das principais publicações portuguesas e estrangeiras e da Presidência da República. Tem trabalhos reproduzidos um pouco por todo o mundo, com os quais ganhou mais de 300 prémios internacionais. Em 10 de Junho de 2004 foi condecorado com a Ordem do Infante D. Henrique." inViki.
Esta foto prova que muitas das vezes quem está por detrás da Objectiva devia ser tanto ou mais conhecido e divulgado. Posted by José A. S. Figueira.
Publicada por
Sintra - a natureza a partilhar com a Morrinha, o Sol e a Lua.
à(s)
23:33
Sem comentários:
Etiquetas:
Câmara de Sintra,
Cenas de Sintra,
Eduardo Gageiro,
escritor,
Ferreira de Castro,
fotografia,
Sintra
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Apresentação na Biblioteca de Montelavar do CD da Hora do Conto - Animação do Livro e da Leitura em Espaços Vivos
| Lançamento do CD Hora do Conto na Biblioteca de Montelavar |
O lançamento da obra, Inédita, com design e ilustração de Jorge Cardoso, numa edição de 500 exemplares, foi um acontecimento em que a Biblioteca de Montelavar se estreou ao público nesta iniciativa única.
Volvidos mais de dez anos, Jozé Sabugo continua a contar, a escrever e a editar histórias e a Biblioteca, que podia se chamar, Biblioteca Maria Amira Medina, espera por outra iniciativa e promoção, agora com reportagens, noticias e muita divulgação para contar a história da cultura e património local, muitas vezes esquecidos como este facto histórico que acabo de contar. E o que mais me custa contar, é que faltou lá o meu amigo Cláudio para O Patinho Feio, A Menina Girassol ou o Biló e Botão de Rosa contar em gesto de agradecimento para todos presentes. Posted by José A.S. Figueira.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Estação de Sintra - Património e Jardim de Interesse Público
![]() |
| Estação de Sintra com Jardim. Foto: Arquivo Nacional da Torre do Tombo |
Há dias passei pela Estação de Sintra e lembrei-me do seu belo jardim. Para meu espanto, já não é nada daquilo que eu tinha na memória. Mais um desperdício pensei eu. A estação [de Sintra] e seus contornos estando onde está, merecia melhor sorte, pois torna-se na primeira montra de quem chega a Sintra por este meio de transporte. Lá vão os tempos, que há registo em 1937, que os Senhores da CP faziam um concurso de ajardinamento da linha de Sintra. Vale a pena promover iniciativas que dão outra cor, não importa a estação, o lugar e espaço, a Sintra. Posted by José A.S. Figueira.
Publicada por
Sintra - a natureza a partilhar com a Morrinha, o Sol e a Lua.
à(s)
17:52
Sem comentários:
Etiquetas:
Cenas de Sintra,
CP,
Estação de Sintra,
fotografia,
jardins,
jozé sabugo,
Linha de Sintra,
memória
domingo, 28 de julho de 2013
Casa da Lusofonia em Sintra um tributo a Agostinho da Silva
Na Vila de Sintra, junto ao Rio do Porto, conhecido actualmente pelo estacionamento livre, existe o que já foi outrora uma Quintinha, Casa essa, que outrora já foi prometida para Museu da Artista Plástica Dorita Castel Branco, devia virar Casa da Lusofonia para dessa feita prestar um tributo ao Lusófono Maior Mestre Agostinho da Silva.
Contou-me as Pedagogas e Artistas Plásticas Mª Almira Medina e Zulmira Oliva que o Mestre era um assíduo visitante de Sintra e que numa das vezes que o professor as visitou em Monte Santos (Sintra) lhes falou que gostaria de ver se fosse possível um espaço onde a cultura de Língua portuguesa tivesse o seu Observatório. Ora, verdade seja dita, nunca a língua portuguesa esteve tanto na moda e interesse. Que o diga a China e a Rússia por causa de Angola. E venha o sonho que a arte de realizar o bem aos povos está no amor dos homens de boa vontade.
QUADRAS - AGOSTINHO DA SILVA
Acho que Deus não escreve
e também que Deus não fala
e que nos sustenta vivos
a vida que nele cala.
A face oculta da lua
só banha de seu luar
aqueles que não o vendo
o sabem imaginar.
Amor a cada dia que nos surge
só amando o teremos merecido
recusando morrer a cada dia
que sempre o maior bem é ter nascido.
Amor à vida no tempo
corra bem ou corra mal
dá a força de voar
ao que seja intemporal.
É só bem dentro de nós
que o projecto se anuncia
se retoma se reforma
e se solta à luz do dia.
E venha filosofia
teologia que farte
o que se pense de Deus
é só de Deus uma parte.
Posted by José A.S. Figueira
Posted by José A.S. Figueira
Publicada por
Sintra - a natureza a partilhar com a Morrinha, o Sol e a Lua.
à(s)
20:09
Sem comentários:
Etiquetas:
Agostinho da Silva,
amigos de Sintra,
Angola,
Casa das Cenas - Educação pela arte,
Cenas de Sintra,
Centro histórico de Sintra,
China,
Lusofonia,
Maria Almira Medina,
Monte Santos,
Russia,
Zulmira Oliva
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Histórias para mudar o Mundo aconteceu na Festa da Hora do Conto 2013 em Sintra
![]() | |||||||
Uma iniciativa da Casa das Cenas - Educação pela Arte . Ver mais detalhes no blog da Festa da Hora do Conto. Posted by José A.S. Figueira |
sábado, 18 de maio de 2013
Jozé Sabugo com Pedro Zigga nos Museus de História Natural | Sintra
domingo, 21 de outubro de 2012
António Quadros -Os séculos foram passando...
Texto fabuloso, de António Quadros, este excerto que passo a transcrever. Pelo que sentiu, pensou e disse sobre Sintra, aqui vai a minha singela homenagem, por altura do 20º Aniversário da sua morte. Se o conhecimento não me falta, ainda está para ser feita a justa homenagem eterna ao homem que amou Sintra como um Mundo diferente.
"De Cíntia, como lhe chamavam os gregos e os túrdulos, deriva o nome de Sintra. Cíntia era então, para sábios e poetas, o promontório da lua. O promontório da lua! Fantástica, misteriosa designação... Que realidade escondida, que verdade ignorada entreviram, lucidamente, os nossos longínquos antepassados? Nada ficou escrito, e a tradição oral não conserva vestígios dos reines sonhados, dos caminhos pressentido-os. Os séculos foram passando e, pouco a pouco, os homens foram destruindo implacavelmente os velhos mitos. Não importa. Nós sentimos, nós sabemos que só eles tinham razão, que Sintra não é um lugar como outro qualquer, que Sintra caiu entre nós por qualquer morta aventura, que Sintra não nos pertence, e nós não a merecemos porque não cremos na sua estranha origem. Condições climatéricas, natureza do terreno, constituição geológico ? Mentira, horrível mentira! A força que alimenta os fetos, erguendo-os até ao céu, e dando-lhes natureza de Piore, a seiva que oferece às flores tão belos e variados matizes, as mil tonalidades do verde, a harmonia duma paisagem em que os rochedos e os penhascos se conjugam com as camélias e com os cisnes brancos, o sangue que palpita nas veias da serra de Sintra, vêm da lua, da nuvem, de toda a parte, menos deste mundo.
Os que amam Sintra, os adeptos da sua doce religião pagã, sabem-no bem. É um mundo diferente, onde a beleza é o ar que se respira, e a poesia é a própria respiração. Este ponto fresco do vale, em que o olhar sobe, trepando a vegetação da montanha, atravessando as paredes frias do Palácio da Pena e perdendo-se ao longe, para lá do dia e da noite; aquele panorama do Castelo dos Moiros em que, sentados nas ameias gastas da muralha, avistamos o mar confundido com o céu; aquele outro lugar onde o Paço Real de Sintra, pesado de história, se esconde por detrás dum muro inteiramente coberto de musgo velho ou o momento irreal em que a vista da serrania, com o céu, a floresta, e a rocha, o cheiro húmido da erva medrando em todo o lado, o fino som da água caindo da fonte e das aves cantando nas copas das árvores, se transformam numa única sensação, nova, selvagem e indiferenciada, nada disso pode fazer parte da nossa humanidade." In AntónioQuadros.blogspot.
"De Cíntia, como lhe chamavam os gregos e os túrdulos, deriva o nome de Sintra. Cíntia era então, para sábios e poetas, o promontório da lua. O promontório da lua! Fantástica, misteriosa designação... Que realidade escondida, que verdade ignorada entreviram, lucidamente, os nossos longínquos antepassados? Nada ficou escrito, e a tradição oral não conserva vestígios dos reines sonhados, dos caminhos pressentido-os. Os séculos foram passando e, pouco a pouco, os homens foram destruindo implacavelmente os velhos mitos. Não importa. Nós sentimos, nós sabemos que só eles tinham razão, que Sintra não é um lugar como outro qualquer, que Sintra caiu entre nós por qualquer morta aventura, que Sintra não nos pertence, e nós não a merecemos porque não cremos na sua estranha origem. Condições climatéricas, natureza do terreno, constituição geológico ? Mentira, horrível mentira! A força que alimenta os fetos, erguendo-os até ao céu, e dando-lhes natureza de Piore, a seiva que oferece às flores tão belos e variados matizes, as mil tonalidades do verde, a harmonia duma paisagem em que os rochedos e os penhascos se conjugam com as camélias e com os cisnes brancos, o sangue que palpita nas veias da serra de Sintra, vêm da lua, da nuvem, de toda a parte, menos deste mundo.
Os que amam Sintra, os adeptos da sua doce religião pagã, sabem-no bem. É um mundo diferente, onde a beleza é o ar que se respira, e a poesia é a própria respiração. Este ponto fresco do vale, em que o olhar sobe, trepando a vegetação da montanha, atravessando as paredes frias do Palácio da Pena e perdendo-se ao longe, para lá do dia e da noite; aquele panorama do Castelo dos Moiros em que, sentados nas ameias gastas da muralha, avistamos o mar confundido com o céu; aquele outro lugar onde o Paço Real de Sintra, pesado de história, se esconde por detrás dum muro inteiramente coberto de musgo velho ou o momento irreal em que a vista da serrania, com o céu, a floresta, e a rocha, o cheiro húmido da erva medrando em todo o lado, o fino som da água caindo da fonte e das aves cantando nas copas das árvores, se transformam numa única sensação, nova, selvagem e indiferenciada, nada disso pode fazer parte da nossa humanidade." In AntónioQuadros.blogspot.
Publicada por
Sintra - a natureza a partilhar com a Morrinha, o Sol e a Lua.
à(s)
13:00
Sem comentários:
Etiquetas:
António Quadros,
Castelo dos Moiros,
Cenas de Sintra,
Cíntia,
Floresta,
Paço Real de Sintra,
Palácio da Pena
sábado, 15 de setembro de 2012
Assim não dá - um desabafo de um Sintrense
Nasci na Freguesia de São Martinho na Vila Velha, no Hospital da Santa Casa da Misericórdia, passei a minha infância e criei o Grupo Acusa Teatro na Freguesia de Almargem do Bispo, estudei no secundário e me emancipei na freguesia de Agualva Cacém, finalizei os estudos obrigatórios na freguesia de Sta Maria, frequentei as praias da Freguesia de São joão das Lampas e Colares, ajudei a crescer o Centro Internacional de Escultura na freguesia de Pêro Pinheiro, fiz parcerias na freguesia de Rio de Mouro, Mercês e Mem Martins e Queluz, tenho família na freguesia de Belas....sou Sintrense, e voltei, passados mais de quarenta anos, à freguesia de São Martinho, criar o Atelier Mª Almira Medina | Catedral da Hora do Conto (Casa das Cenas - Educação pela Arte) e resido atualmente na Freguesia de Montelavar. Sinto que todas as freguesias do Concelho de Sintra fizeram e fazem parte da minha liberdade de expressão e se alguma deixar de existir foi porque o sistema fez predominar o seu poder. Na minha memória, continuarão a existir todas as freguesias como um território uno e especial. Assim Não dá. já não se respeita a História, onde os 30 cavaleiros donatários de Sintra se instalaram depois do foral de 1154, onde os templários de Gualdim Pais zelaram pela fé, que viu o nascimento do Chão de Oliva e a Xentra moura, ajudiaria e a alpendrada e a morte de reis, a construção do Lawrence e do Hotel Nunes, acolheu Ferreira de Castro e escutou Zé Alfredo, não pode ser engolida por uma mera decisão administrativa. E o povo pá?.
Independentemente duma reorganização administrativa que vá de encontro às populações a história conta-nos que juntar para governar nunca foi uma solução pacífica. Esperemos que o seja para bem de Portugal.
Como escreveu Dante Alighieri, “a vontade, se não quer,não cede. É como a chama ardente, que se eleva com mais força quanto mais se quer abafá-la”.
Ainda assim, com as Uniões de freguesias continuarei a realizar e a criar no Concelho de Sintra. Próximas produções seguem dentro de momentos. Posted by José A.S. Figueira
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
O Incorruptível de Helder Costa em Digressão por Portugal e Estrangeiro

Temporada indeterminada
"O Incorruptível " voltou aos palcos portugueses no dia 11 de fevereiro 2012 pelas 21.30 h. na Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva, na Ericeira A peça encenada pelo próprio autor irá percorrer o país em 2012/13/14.
"O Incorruptível " voltou aos palcos portugueses no dia 11 de fevereiro 2012 pelas 21.30 h. na Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva, na Ericeira A peça encenada pelo próprio autor irá percorrer o país em 2012/13/14.
Uma Co-produção Grupo Acusa Teatro da Casa das Cenas em Sintra e A Barraca-Lisboa, com Jan Gomes e Jozé Sabugo no elenco.
Sobre o espectáculo
“O Incorruptível”, é uma corrosiva sátira ao sistema político que Hélder Costa apresenta-nos numa peça em 1 acto e que confirma o seu talento altamente criativo, burlesco e crítico.
Sobre o espectáculo
“O Incorruptível”, é uma corrosiva sátira ao sistema político que Hélder Costa apresenta-nos numa peça em 1 acto e que confirma o seu talento altamente criativo, burlesco e crítico.
“O Incorruptível” dá-nos a conhecer um personagem único: Anthôunio, um político que quer ser corrupto mas não consegue, transformando-se assim num incorruptível – contra a sua vontade, sofrendo o desprezo de familiares, amigos e correlegionários.
No fim do espetáculo, o público é convidado a participar na salvação do infeliz incorruptível, transformado-o em Santo Padroeiro dos Corruptos.
"Nó havemos de ajudar a corromper" podia ser o mote ou outro titulo, pois, a peça apresenta-nos o prototipo do politico que com boas intenções acaba por entrar no carrossel dos meandros da política e que na peça é revisitada de uma “ forma exageradamente satirizada”.
Para M/16 e todos os Palcos
O peça foi um idealizado e pensado, quer do ponto de vista da linguagem, quer do ponto de vista logístico, para poder ser apresentado em qualquer Teatro, Espaço ou Sala de Espetáculos, em qualquer localidade do país ou no Estrangeiro.
Descentralizar a cultura - acordar Portugal
“Porque consideramos que a Arte em específico e a Cultura em geral devem ser um fator de descentralização, concretizamos este espetáculo a pensar em todos e a todos queremos chegar. Grandes ou pequenos palcos, grandes ou pequenos públicos, públicos do interior ou urbanos", explica Hélder Costa.
No fim do espetáculo, o público é convidado a participar na salvação do infeliz incorruptível, transformado-o em Santo Padroeiro dos Corruptos.
"Nó havemos de ajudar a corromper" podia ser o mote ou outro titulo, pois, a peça apresenta-nos o prototipo do politico que com boas intenções acaba por entrar no carrossel dos meandros da política e que na peça é revisitada de uma “ forma exageradamente satirizada”.
Para M/16 e todos os Palcos
O peça foi um idealizado e pensado, quer do ponto de vista da linguagem, quer do ponto de vista logístico, para poder ser apresentado em qualquer Teatro, Espaço ou Sala de Espetáculos, em qualquer localidade do país ou no Estrangeiro.
Descentralizar a cultura - acordar Portugal
“Porque consideramos que a Arte em específico e a Cultura em geral devem ser um fator de descentralização, concretizamos este espetáculo a pensar em todos e a todos queremos chegar. Grandes ou pequenos palcos, grandes ou pequenos públicos, públicos do interior ou urbanos", explica Hélder Costa.
Trata-se de um texto que já têm inúmeras representações internacionais – a peça já esteve em cartaz no Brasil, Moçambique, Espanha, Itália, França e Suíça – “Uma comédia para partilhar alegria e reflectir"
Ficha Artística/técnica
O INCORRUPTÍVEL de Helder Costa pelo Grupo Acusa Teatro,
Direção de Atores e Encenação de Helder Costa
Interpretação: Jan Gomes e Jozé Sabugo
Figurinos: Manuel Moreira
Desenho de Luz: Carlos Arrojas
Design e Ilustração: Iris Santos
Fotografia: Fábio Teixeira
Video: FunTime
Comunicação e Imagem: SpeedCom
Assistente de produção e comunicação: Diana Tavares
Co produção: Grupo Acusa Teatro / A Barraca
Produção Executiva:
João Rodrigues | jprgact@gmail.com
João Rodrigues | jprgact@gmail.com
José Figueira | casadascenas@gmail.com
NOTA:
O Incorruptivel, estreou a 11 de Fevereiro de 2012 pelas 21.30h
no Auditório da Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva na Ericeira - Mafra - Portugal.
Contatos para Itinerância: 919055432 ou 939392193
NOTA:
O Incorruptivel, estreou a 11 de Fevereiro de 2012 pelas 21.30h
no Auditório da Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva na Ericeira - Mafra - Portugal.
Publicada por
Sintra - a natureza a partilhar com a Morrinha, o Sol e a Lua.
à(s)
10:57
Sem comentários:
Etiquetas:
A Barraca,
Carlos Arroja,
Casa das Cenas - Educação pela arte,
Cenas de Sintra,
Ericeira,
Fun Time,
grupo acusa teatro,
Helder Costa,
Jan Gomes,
jozé sabugo,
O Incorruptível,
SpeedCom,
teatro
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
15º Aniversário da Hora do Conto

Como estamos a comemorar o 15º Aniversário da Hora do conto, gostaríamos de oferecer uma sessão d'A história do grilo que queria ser amarelo, sessão Hora do Conto em data a confirmar ou a Hora do Conto (ver pdf) na compra de 50 livros da história do grilo que queria ser amarelo pelo preço de 3,5 € a unidade.
Aguardamos por um contacto favorável.
Os melhores cumpriments
.horadoconto.com
Movimento Cultural da Casa das Cenas - Educação pela Arte
Ao Encontro da Musica em Sintra

Publicidade Cultural da Casa das Cenas - Educação pela Arte
A direcção da Casa das Cenas- Educação pela Arte, este ano para comemorar o dia Mundial da Musica em Sintra, convidámos VALTER, um animador musical para ouvirmos musica dos anos 80, RODRIGO, um musico para tocar violão e cantar musica brasileira, MARCO, um DJ poético e LUNATIC ABUSE, uma jovem banda da geração PC, MP3 e IPOD. Não importa procurar definir o que é, porque para cada um de nós a Música é sempre alguma coisa. Diferente dum esquimó para um filarmónico português, é certo, mas permitindo a comunicação entre cristão e muçulmanos, africanos e americanos, profissionais e amadores, crianças e avós. Mesmo em povos para os quais não existe a palavra Música, e são muitos, tal é o lugar indissociável que tem nas funções que lhes dão o nome, estrutura muitos dos rituais comunitários e atravessa todo o sistema educativo. Porquê educar pela e com a Música? Platão, muito antes de qualquer técnica de marketing ou investigação musicoterapeutica, responde de forma simples: Porque a Música penetra mais fundo na alma humana.E porque desde 1993 as nossas produções tiveram sempre a mais valia da musica ao vivo pelo musico actor Cláudio de Brito entre outros musicos, é mais que merecida esta comA iniciativa tem o apoio da CMSintra, JF São Martinho, RCS, Jornais Regionais entre outros. Aceitem desde já o nosso convite. Divulguem S.F.F. Dia 1 de Outubro de 2010Horas Das 17 às 20 horasEspaço: Casa das Cenas - Educação pela arte, Atelier Mª Almira MedinaLocalidade: Vila de Sintra - SintraContactos: casadascenas@gmail.com ou 93 9392193Entrada: DonativoProdutor criativo: JozÉ SabugoRealização: Casa das Cenas - Educação pela Arte
A direcção da Casa das Cenas- Educação pela Arte, este ano para comemorar o dia Mundial da Musica em Sintra, convidámos VALTER, um animador musical para ouvirmos musica dos anos 80, RODRIGO, um musico para tocar violão e cantar musica brasileira, MARCO, um DJ poético e LUNATIC ABUSE, uma jovem banda da geração PC, MP3 e IPOD. Não importa procurar definir o que é, porque para cada um de nós a Música é sempre alguma coisa. Diferente dum esquimó para um filarmónico português, é certo, mas permitindo a comunicação entre cristão e muçulmanos, africanos e americanos, profissionais e amadores, crianças e avós. Mesmo em povos para os quais não existe a palavra Música, e são muitos, tal é o lugar indissociável que tem nas funções que lhes dão o nome, estrutura muitos dos rituais comunitários e atravessa todo o sistema educativo. Porquê educar pela e com a Música? Platão, muito antes de qualquer técnica de marketing ou investigação musicoterapeutica, responde de forma simples: Porque a Música penetra mais fundo na alma humana.E porque desde 1993 as nossas produções tiveram sempre a mais valia da musica ao vivo pelo musico actor Cláudio de Brito entre outros musicos, é mais que merecida esta comA iniciativa tem o apoio da CMSintra, JF São Martinho, RCS, Jornais Regionais entre outros. Aceitem desde já o nosso convite. Divulguem S.F.F. Dia 1 de Outubro de 2010Horas Das 17 às 20 horasEspaço: Casa das Cenas - Educação pela arte, Atelier Mª Almira MedinaLocalidade: Vila de Sintra - SintraContactos: casadascenas@gmail.com ou 93 9392193Entrada: DonativoProdutor criativo: JozÉ SabugoRealização: Casa das Cenas - Educação pela Arte
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Caro amigo João Paulo Aguiar
Caro amigo,
Ontem recebi um telefonema e uma mensagem dos serviços culturais da Cãmara Municipal de Sintra a dar a notícia que o teu corpo estava de partida. Não foi uma boa notícia, mas os teus colegas/amigos de trabalho não esqueceram de avisar os colegas e amigos das artes. Sabia que andavas na luta para voltar à normalidade, mas... Com as pressas da vida, nunca me preocupei, é verdade, em saber mais pormenores sobre a tua saúde, porque hoje em dia é perfeitamente normal passar umas "férias" forçadas no hospital e depois voltar à rotina.
Segundos após receber o telefonema, lembrei-me que em vai fazer um ano que me ajudas-te no Museu Ferreira de Castro, a preparar o som e a luz para o Cata-Sons, espectáculo de luz, musica e poesia a partir do livro de poesia "Um tempo de Cata-Sol" de Maria Almira Medina. Como sempre foste inescedível.
Ontem recebi um telefonema e uma mensagem dos serviços culturais da Cãmara Municipal de Sintra a dar a notícia que o teu corpo estava de partida. Não foi uma boa notícia, mas os teus colegas/amigos de trabalho não esqueceram de avisar os colegas e amigos das artes. Sabia que andavas na luta para voltar à normalidade, mas... Com as pressas da vida, nunca me preocupei, é verdade, em saber mais pormenores sobre a tua saúde, porque hoje em dia é perfeitamente normal passar umas "férias" forçadas no hospital e depois voltar à rotina.
Segundos após receber o telefonema, lembrei-me que em vai fazer um ano que me ajudas-te no Museu Ferreira de Castro, a preparar o som e a luz para o Cata-Sons, espectáculo de luz, musica e poesia a partir do livro de poesia "Um tempo de Cata-Sol" de Maria Almira Medina. Como sempre foste inescedível.
Mas o espectáculo/ensaio que constatei que eras um profissional, um empreendedor, um verdadeiro tapa-furos, um amigo, aconteceu no Auditório António Silva, no Cacém.
À mais de dez anos, o Grupo Acusa Teatro fez lá o espectáculo/ensaio da Montanha Mágica, no dia Mundial da Floresta. Lembras-te? A luz quase purple muito intimista, o som das vozes e instrumentos estendido pelo auditório, sem ruidos muito percetível: tudo estava perfeito. Para além, da disponibilidade para gravares o ensaio e o espectáculo, de atenderes sempre a mais um capricho meu, dos musicos e actores, do telmóvel que não parava de tocar, da bilheteira, de solicitações do exterior, eu sei lá mais o quê - fazias de tudo, até tomar conta de um Auditório. Esse dia, devo dizer-te, foi muito importante para o grupo. Crescemos. Tinhamos asas para voar para qualquer geografia. E tu, nem parecias o característico funcionário público que em tempos tanto se falou; gostavas do que fazias e fazia-lo sempre a dar o máximo. Por causa do teu empenhamento e humildade conquistas-te a nossa amizade, pertecias ao grupo secretamente - eu e o Cláudio falamos de ti para outros projectos, cheguei a dizer-te creio, mas sabíamos que era difícil compremeteres-te pois, nem sequer tinhas tempo para a familia...- desde esse fantástico dia, cada vez que nos encontravamos era sempre uma enorme satisfação e entusiasmo. Depois desse flash ter passado pela "nossa" memória dos acontecimentos, fui directo à igreija do Algueirão onde o teu corpo saíu para o crematório de Rio de Mouro. Que fiques em paz. É o que eu sei dizer por agora.
Para mim, continuas por cá e a tua memória vai ficar certamente ligada à Montanha Mágica - o espectáculo da vida aos pedaços em formas de cubo e a cores, onde tudo pode acontecer - até fazer lembrar a vida dos seus criadores.
Como dizia o nosso amigo Cláudio, até jazzzz... amigo João Paulo.
Para mim, continuas por cá e a tua memória vai ficar certamente ligada à Montanha Mágica - o espectáculo da vida aos pedaços em formas de cubo e a cores, onde tudo pode acontecer - até fazer lembrar a vida dos seus criadores.
Como dizia o nosso amigo Cláudio, até jazzzz... amigo João Paulo.
Jozé Sabugo, fundador do Grupo Acusa Teatro da Casa das Cenas - Educação pela Arte
Publicada por
Sintra - a natureza a partilhar com a Morrinha, o Sol e a Lua.
à(s)
14:09
2 comentários:
Etiquetas:
animação pedagógica,
Auditório do Cacém,
Câmara de Sintra,
Cenas de Sintra,
Cláudio de Brito,
grupo acusa teatro,
João Paulo Aguiar,
jozé sabugo,
Maria Almira Medina,
memória,
Montanha Mágica,
teatro
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Do antes ao depois - Exposição de design

Até 30 de Maio de 2010, poderá ver em Sintra, Galeria Municipal de Sintra (edificio do Turismo) uma Exposição Retrospectiva (invulgar) de Design de Filipe Costa. A partir da minha visita à exposição e da nota do autor transcrevo o sentir " Do Antes e Depois - Exposição de Design". Quando o computador, tal como hoje o conhecemos, era pura imaginação, todo o desenho era executado com várias técnicas manuais. Mas foram, sem dúvida, essas técnicas que porporcionaram a computarização gráfica assistida. A sensibilidade, a inspiração e a criatividade, são factores que predominam na execução para a inovação de qualquer obra, quaisquer que seja as ferramentas que se utilizam. Utilizando múltiplas técnicas de execução para comunicar o seu trabalho, Filipe Costa vai do tempo do lápis ao rato do computador. A folha de papel, tal como o monitor é um espaço em branco, suporte onde nada existe e tudo acontece através de utensílios e ferramentas onde as mãos manejam o saber tornado arte. Uma verdadeira viagem pela simbologia da comunicação. A inovação a seu tempo é uma constante. O núcleo Ilustrações Vectoriais é o trabalho inovador mais recente e a prova disso. Doze ilustrações emblemáticas e representativas de Sintra e sua região de figurar em qualquer colecção ou Museu. A obra de Filipe Costa é conhecida do público em geral mas raramente indentificada com o autor/criador, visto ter sido "art director" na prstegiada agência de publicidade Suiço-Português, com algumas das suas criações distinguidas (1967, Mensão Honrosa do Grande Prémio de Publicidade do Diário de Lisboa e em 1968, 1º Prémio a preto e branco do Grande Prémio Rizzoli, Itália). Para poder continuar a mostrar a arte deste sintrense, do Penedo, Aldeia do Espirito Santo, Alcandorada na serra de Sintra, faz falta um museu dedicado ao concelho de Sintra, por exemplo o Heritage Museum de Sintra que tanta falta faz para concentrar num único espaço a representação do mais interessante e emblemático dos sintrenses e da sua história.
Ah! pode fazer uma visita ao seu site www.sentirsintra.com para entrar em contacto, caso o desejar.
Vatt Houk Rize
Publicada por
Sintra - a natureza a partilhar com a Morrinha, o Sol e a Lua.
à(s)
11:08
Sem comentários:
Etiquetas:
Casa das Cenas,
Cenas de Sintra,
Centro histórico de Sintra,
classe criativa,
S. Martinho,
Sintra
Subscrever:
Mensagens (Atom)








