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sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Jornadas Europeias do Património

Jornadas Europeias do PatrimónioNo primeiro dia das Jornadas Europeias do Património, a decorrer de 27 a 29 de Setembro, este ano subordinadas ao tema Artes Património Lazer, a Casa das Cenas/Grupo Acusa Teatro, solidariza-se realçando a singularidade do património histórico, cultural e ambiental de Sintra.

Vamos andar por aí, ao encontro de “Biló e o Botão de Rosa”, história mágica na Biblioteca Municipal de Sintra, sábado às 16:00 horas.


domingo, 18 de março de 2018

André Fausto & Os Companheiros de Aventura no Baile das Camélias 2017

O Baile das Camélias voltou este ano a surpreender todos os seguidores-participantes, (mais de duas centenas), com com mais uma magnífica decoração do salão nobre da S.U.Sintrense.

A par da decoração que já tem uma longa história, o grupo de baile Vise Versa, igual si mesmo, e um dos melhores a nível de reportório musical para dançar, abrilhantou a noite.
Este ano a direcção S.U.S. presidida pelo ilustre Sintrense Fernando Pereira voltou a promover gente da terra, numa parceria com a Casa das Cenas de Sintra. 

O novíssimo grupo-banda internacional de Música Tradicional Portuguesa de Fusão, com as suas origens em São Martinho de Sintra, denominado, André Fausto & Os Companheiros de Aventura, tocou e cantou temas tradicionais, com um cheirinho " ao Bailarico Saloio" encantou e entusiasmou os associados e o povo Sintrense.

Mais um ano que a S.U. Sintrense cumpre a tradição, inovando em parceria com a Casa das Cenas, com a participação dos Sintrenses em grande numero e a contribuir, desse modo, para a Vila de Sintra, ser palco do Baile das Camélias, tradição ímpar no Concelho de Sintra.


André Fausto & Os Companheitros de Aventura -  vila de Sintra,
a promover o lançamento do EP Sê Tu Todo. Uma Edição da Casa das Cenas.
                               Ver e Ouvir

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017


Mais uma Hora do Conto - Animação do livro e da leitura, com um final feliz.
Desta vez com João Miranda mais o seu violão a acompanhar  
o contador de histórias Jozé Sabugo, com o apoio da C.M.Sintra.
Obrigado aos pais, educadores, auxiliares de educação 
e ao MU.SA - Museu de Artes de Sintra, 
por tornar este momento uma lembrança
 saudável para toda a criançada.
Uma Produção do Grupo Acusa Teatro
Another Storytime - Animation of the book and reading, with a happy ending. This time with João Miranda plus his guitar to accompany storyteller Jozé Sabugo, with the support of C.M.Sintra. Thanks to parents, educators, education assistants and the MU.SA - Arts Center of Sintra, for making this moment a memory  healthy for the whole child.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

FILOMENA GALEGO com saudade do brincar de "Os Bichos" de Gandhy Piorski

"Quando, no Outono, visitámos o parque da Liberdade, deparámo-nos com  várias esculturas de animais.
Eram de uma exposição denominada "Os Bichos" que fez parte das comemorações dos 70 anos do parque, em 2007.
O Galo Verde de Sintra
Nessa altura, as esculturas eram bem vistosas e  foram coloridas com as cores das flores do parque, mas levantaram alguma polémica entre custo/beneficíos estéticos e mais valia para aquele bonito espaço verde. 
Mas "os bichos" lá ficaram e ainda lá estavam em Novembro passado, já com as cores desbotadas e, alguns, um pouco deteriorados.
Em Dezembro, algumas esculturas foram retiradas ou movidas para outro local, para a instalação da "Aldeia de Natal".
Lá foram, entre outros, o camelo, o rinoceronte, a girafa e o pato, para parte incerta...
Encontrámos um dos bichos, alguns metros à frente, na companhia do galo. Tinham-lhe colocado uma coroa de natal ao pescoço e lá estava ele com um ar meio triste que mais parecia um perú na véspera de Natal.
Não sei se, terminada  a época natalícia, os bichos voltaram para o parque ...
Se souberem, digam-nos! 
De qualquer modo, aqui fica o registo do que observámos nessa altura.
Sintra tem sempre motivos para ser visitada e revisitada e se não estiverem lá "os bichos",  há coisas muito interessantes para ver!
Boa semana."
Simplesmente adorei o texto; fala da importância do Lugar, de Os Bichos, da preservação, da memória, dos valores, do Belo, do Brincar, da admiração pelo Parque da Liberdade.
Não prometo mas irei dar o meu contributo para conservar a brincadeira de Os Bichos do Parque da Liberdade. JZ

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Estação de Sabugo - Património Cultural Oitocentista de interesse público


Estação do Sabugo ( lado Norte)
Estação Ferroviária de Sabugo, também conhecida como Estação de Sabugo, é uma gare ferroviária da Linha do Oeste, que serve a União de Freguesias de Almargem do Bispo, Pêro Pinheiro e Montelavar  no Concelho de Sintra.
Junto a esta estação (lado norte) podemos ainda encontrar a antiga gare de mercadorias que serviu, entre outros pormenores para se instalar uma unidade Fabril da Motra-Siemmens em 1964.
Estação do Sabugo ( lado Sul)
                                                                          Um pouco da sua História.               Em 1888, século XIX,  foi concluído e aberto à exploração pública aquele que se supunha vir a ser um dos grandes eixos ferroviários nacionais, Lisboa - Leiria. A construção da Linha do Oeste, assim designada, foi atribuída a Henry Burnay & Cª, porém, por contrato de 9 de Maio de 1883 foi a mesma transferida para a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses que acabou por iniciar a sua exploração em 1887, então até Leiria.

Património de Interesse Público - A Linha do Oeste, via única não electrificada, com locomotivas a Diesel, ainda constitui uma oportunidade de encontrar, perto de Lisboa, uma linha ferroviária cujas características de exploração e manutenção contrastam vivamente com a modularidade plástico-insípida que se tornou regra no nosso panorama ferroviário Urbano. A tracção assegurada por automotoras Allan e das séries 450 remodeladas, as estações, entre elas a de SABUGO (ver fotos), de traço oitocentista, são (algumas) um deleite para os olhos. Os seus jardins eram imaculadamente tratados, vasos personalizados com o logo da CP, os alpendres em ferro a proteger os cais, o tipo de escrita dos painéis com os nomes das gares, a sinalética ou letreiro móvel, o reino do azulejo ferroviário, o mobiliário centenário, o apita o comboio para segurança dos passageiros, a calçada portuguesa com o nome da estação, as bandeirinhas na mão do chefe de chapéu branco e fato azul escuro. Estas particularidades fazem deste equipamento (bem como de outros de Norte a Sul do País) um património de interesse público. A Linha do Oeste é mencionada por escritores em peças de Teatro e uma referência aos estudiosos dos usos e costumes do Folclore Nacional.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Conselhos de Nuno Vicente - Um lutador pelo TEATRO em Sintra.

Nuno Vicente é mais um daqueles Sintrenses que sofre e ama pelo Teatro em Sintra. De sorriso brilhante tanto como o seu pensamento, diz com toda a liberdade e com toda a propriedade no plural, de quem conhece a realidade da Cultura/Arte e do Teatro em Sintra, particularmente, que " hoje lutamos literalmente pela sobrevivência com todo o desmantelamento e indiferença cínica para com tanto esforço que aqui em Sintra se fez da parte de tantos agentes culturais."  É essa parte da entrevista que quero aqui replicar e agradecer-lhe a sua frontalidade e a ajuda que presta a Sintra, aos Sintrenses e a todos os que fazem suas as palavras dele. Bem hajas NUNO.

Que conselhos quer deixar a quem queira hoje enveredar por uma carreira no teatro?
VICENTE
NUNO

Será possível um “ceticismo esperançoso”? O que se vivia em Portugal há vinte anos atrás quanto à possibilidade de reinventar o Teatro já nos soa a sonho distante dada a “noite escura” que nos acompanha nestes últimos anos. Se antes lutávamos pela dignificação, abertura e reconhecimento da diversidade artística de uma nação - em que Sintra teria sempre que ter tomada em conta pelas suas particularidades próprias - hoje lutamos literalmente pela “sobrevivência” com todo o desmantelamento e indiferença cínica para com tanto esforço que aqui em Sintra se fez da parte de tantos agentes culturais. Contudo, acredito, pleno de esperança, que “entre mortos e feridos” o Teatro sobreviverá e continuará sempre como espelho da Humanidade. A História mostra-nos que nos piores momentos, e nos maiores apertos, surgem sempre fulminantes raios de Luz. Acreditarei sempre que o Teatro contribui para uma sociedade mais saudável e responsável. Valores. Ética. Perante esta feroz luta pela sobrevivência são os valores e uma ética própria, que primeiros se ressentem. A crise de valores na nossa sociedade não iliba um bom ator de precisar deles para mergulhar a sério, a fundo. Esperança, Luz, Força, Amor. Basicamente o que espero para todos aqueles que procuro amar, no pão nosso de cada dia. Concordo com o meu caro irmão de teatro Rui Mário na reinvenção do teatro, em comunicar a necessidade e urgência de ver e ir ao teatro.

Toda a entrevista aqui.
Cenas de Sintra agradece a fotografia e o excerto da entrevista.




sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Hora do Conto - Era uma vez um Marinheiro no Museu de História Natural em Sintra

"Mais de oito dezenas de crianças assistiram, no dia 31 de Julho pelas 10.30h, à Hora do Conto - Era uma vez um Marinheiro, pela Casa das Cenas / Grupo Acusa – Teatro, em parceria com a Câmara Municipal de Sintra.
A sala de exposições temporárias do Museu de História Natural de Sintra foi o local escolhido para receber dois grupos de ATL, que se juntaram a outros visitantes do Museu para assistir a esta actividade destinada aos mais novos.
Animação Pedagógica no Museu de História Natural
Acompanhado musicalmente por Pedro Zigga e João Miranda, Jozé Sabugo, o contador de histórias, levou consigo pequenos marinheiros pelas águas turbulentas e calmas da imaginação e do sonho e animou as dezenas de crianças que estiveram no museu.
A entrada no Museu de História Natural de Sintra é gratuita e, no período de férias, é bastante visitado por grupos de crianças" Fonte C.M.S.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Alice Batalha, uma Sintrense que todos deveriam ouvir.

"Uma empresa encontra a sua verdadeira razão de existir se as actividades são orientadas para a realização de uma maior dignidade de vida, não só para aqueles que a compôem ou estão relacionadas com ela, mas também para a sociedade em geral". Quem disse este parágrafo foi um senhor,  que provavelmente visitou Sintra quando a dona Alice era menina, F.J.PHILIPS (Presidente do Grupo Philips).

Alice Batalha veio para Sintra aos 7 anos.
Portanto já vive há mais de 70 anos na Vila .
Mas quando Philips fala de uma EMPRESA, fala de todos. Do mais endireirado até ao que depende da esmola, digo ajuda, para que um ou outro encontrem na sociedade aquilo que faz com que a vida valha a pena ser vivida. Ora a dona Alice é daquelas pessoas que sentem alegria no seu dia a dia. É uma sensação fantástica trocar umas palavras, uma sensação profunda de querer sempre construir e edificar com os outros. Naquele dia, já  manhã está no seu final, dona Alice estava com o sentido no seu passado, quando a Vila tinha tudo. "...agora só tem é turistas que nem BOM DIA sabem dizer", atirou a meio da conversa.
O tudo que a dona Alice disse, é a excelência para se viver num local abençoado pelos DEUSES.
E lá foi dizendo: - a vila já teve 1 hospital, com igeija, casa mortuária e  cinco mparteiras, 5 mercearias, 4 padarias, 2 farmácias, 3 talhos, 1 mercado na Vila - a começar na torre do relógio até á portão traseiro do jardim do Palácio, 3 escolas, uma delas profissional da proteção das raparigas, 1 drogaria, 1 ferreiro para todo o serviço, 1 Dispensário (Instituto Nacional de Tuberculose), 1 Picadeiro, 1 eléctrico da Cª Atlântico de hora a hora - e remata- hoje não temos nada, aliás temos mas não é para as pessoas daqui,  qualquer dia nem pessoas temos. É uma vergonha - diz enquanto olha as horas.
- Já é a quase Meio-dia.
- (olho para o telemóvel)
- Tenho de ir fazer o almoço.
- Desculpe se a atrasei, já agora posso lhe tirar uma fotografia? É que para mim a dona Alice é uma pessoa famosa.
- Ó filho, nunca senti necessidade de sr melhor que ninguém. Agora o que tenho a dizer não mando recado. Sabes uma coisa, já vi o chafariz da vila, o que estava enfrente da Pensão Bristol, ir para a quinta da RIBAFRIA...
- E eu já vi parte do chafariz em mármore vermelho negrais, situado antes do Novo Hotel, na estefânia, levar outro caminho...
- Ó filho já me chega o que sei, vou indo, até logo!
- Obrigado pela conversa e pela fotografia!
Sentei-me no muro da Volta do Duche, com o Palácio da Vila ou das Chaminés como lhe chama o povo, a escrever o que tinha acabado de ouvir da dona Alice. Como amigo de Sintra estou a partilhar para mais ficarem a saber que o povo pode não falar com medo, mas ouve e está atento.
Segundo CASTILHO  "o coelho bravo que abunda (va) em Portugal, alimenta-se de ervas e de certos frutos, mas, de ordinário, só pasta de noite, a não ser nos dias muito grandes de Verão em que procura comida antes de o sol se esconder." Sintra até para os coelhos a vida  não está tão difícil.   JZ2014

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Prémios Valmor em Sintra: Norte Júnior

Arquitectura Modernista,  Norte Junior   ??? Portela de Sintra
Norte Júnior, Manuel Joaquim (1878-1962) é uma figura de enorme importância na construção da memória e da imagem arquitectónica de Lisboa Açores, Azeitão, Bombarral, Buçaco, Cascais, Cúria, Estarreja, Faro ou Sintra, século XX, contando com uma imenso legado e produção edificada, dentro da qual vários Prémios Valmor. As suas obras, desde as de expressão Arte Nova às da fase Art Deco e Modernista, desenvolveram-se por décadas.

         Norte Júnior, patrono a escola, quase desconhecido, situação escandalosamente imerecida para este vulto de proa da arquitectura portuguesa e europeia do século XX., leva 100 anos do apogeu da sua carreira (1912-1915).
Neste quadro, e também na comemoração dos 135 anos do seu nascimento (arquitecto Norte Júnior), considera a UA oportuno a organização de um colóquio alusivo, congregando os saberes, estudos e dados disponíveis sobre o autor e apelando a novas investigações, cujas comunicações serão publicadas em livro, o primeiro da nova colecção sobre Arquitectura Portuguesa (EDIUAL).
A conferência inaugural, dia 20 de Novembro de 2014será proferida por José-Augusto França sobre o tema A Avenida da Liberdade de Norte Júnior . A criação de um Roteiro Prémio Valmor seria um nicho de interesse para o desenvolvimento do turismo e valorização do património Cultural.
Iniciativa e mais Info: Universidade Autónoma de Lisboa (http://www.universidade-autonoma.pt/colóquio Norte Júnior)
Parceria: Câmara Municipal de Sintra.  JZ

sábado, 28 de dezembro de 2013

AMAR o MAR e Outras Águas - Exposição de Maria Almira Medina e Jorge Cardoso

Exposição de Maia Almira e Jorge Cardoso
AMAR o MAR e Outras Águas - a mais recente Exposição de Maria Almira Medina e Jorge Cardoso patente no Espaço Edla (de 28 de Dez. 2013 a 20 Fev. 2014)
A Matriarca Sintrense e Madrinha da Casa das Cenas - Educação pela Arte e do Chão de Oliva, Maria Almira Medina,  é a prova viva que a arte, educação e pedagogia são o seu elixir da juventude.
Com 94 anos, e após uma recente queda onde partiu o fémur, Mª Almira está de volta ás exposições com trabalhos em cerâmica e pintura com tecidos..Vale a pena seguir e admirar todo o seu percurso artístico.