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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017


Mais uma Hora do Conto - Animação do livro e da leitura, com um final feliz.
Desta vez com João Miranda mais o seu violão a acompanhar  
o contador de histórias Jozé Sabugo, com o apoio da C.M.Sintra.
Obrigado aos pais, educadores, auxiliares de educação 
e ao MU.SA - Museu de Artes de Sintra, 
por tornar este momento uma lembrança
 saudável para toda a criançada.
Uma Produção do Grupo Acusa Teatro
Another Storytime - Animation of the book and reading, with a happy ending. This time with João Miranda plus his guitar to accompany storyteller Jozé Sabugo, with the support of C.M.Sintra. Thanks to parents, educators, education assistants and the MU.SA - Arts Center of Sintra, for making this moment a memory  healthy for the whole child.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

A Serra da Carregueira, Sintra, tem uma das mais importantes Coleções de ARBORETOS do País.


A serra da Carregueira, no Concelho de Sintra, tem uma das mais importantes Coleções de ARBORETOS do País. Basta percorrer a extensa área do Lisbon Club Camp enfrente Campo Clube de Belas para poder observar essa fantástica coleção e maravilha da natureza. Os arboretos (Plural do latim, Arboretum) em sentido estrito é uma coleção de apenas árvores num espaço que se possa replantar e disfrutar quando as árvores já são adultas. A serra até ao Paço de Sintra é um exemplo de um Arboretum apenas de árvores. Outras colecções relacionadas incluem um fruticetum (ou frutex latim, que significa arbusto ), e um viticetum, uma coleção de videiras. Século XVII era moda ter Jardim e o seu viveiro de plantas particular. As propriedades foram-se dividindo e de Arboretum ao Jardim Botânico foram anos a fazer colecções vivas de plantas lenhosas, a estudar os seus comportamentos, e a partir desse estudo, pelo menos em parte e pelos mais apaixonados pelos mistérios da natureza, servia para o estudo científico. Há arboretos especializados em coníferas, conhecidas como um pinetum. Outros Arboretos especializados incluem salicetums (salgueiros ), populetums e quercetums ( carvalhos ) .
Autumn colours at Westonbirt ArboretumGloucestershire, England
O termo Arboreto foi usado pela primeira vez numa publicação em 1833 na Revista do jardineiro, pelo Inglês por JohnClaudius Loudon, mas o conceito e algumas finalidades já eram conhecidas desde os tempos dos Faraós.

Inventores.
Estudos realizados, levam a afirmar que os Faraós foram os            primeiros a criar Arboretos. Os Faraós egípcios plantavam árvores exóticas e cuidavam delas para fins terapêuticos e medicinais. Entreelas trouxeram o ébano do Sudão, o pinho e cedro da Síria. Uma    expedição realizada de Hatshepsut para Punt, voltou com trinta e    uma árvores de olíbano ao vivo, as raízes das quais foram cuidadosa-mente mantidas em cestas para poderem resistir  á duração da       viagem. Segundo se consta esta foi a primeira tentativa registada    de  transplantar árvores estrangeiras para um mesmo local. Esses     locais onde tinham essas árvores plantadas, era perto dos tribunais ejuntos dos Templos Mortuário de Deir el Bahri.

Não apenas, na Serra da Carregueira, em todos os espaços de Biodiversidade, as universidades deviam resgatar todo este e outros co-  nhecimentos   milenares e potenciar as disciplinas de Cidadania e  Património Cultura para que a preservação da natureza seja a Maior Coleção da Comunidade e da Humanidade.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Casa da Memória da Paisagem Cultural de Sintra

Olhando para a paisagem (foto)
podemos ver que por baixo do Castelo dos Mouros
 pelo lado norte está um monte. Tal monte é denominado Monte de todos os Santos, vulgo Monte Santos. Ai nesse monte foi edificado um casario. Esse casario está dentro da Quinta de Sto António. Um dia visitei a dita Quinta, e logo depois de entrar e dar cinquenta passos num caminho estreito ladeado de cedros que pouco deixavam ver árvores de fruto, deparei-me com uma vista para a serra, com o presépio de Castelo e Palácio, como nunca tinha visto. Quem habitava o Casarão era a Pedagoga e Artista Plástica Zulmira Oliva. O convite de tal visita foi com a ideia de ver os seus trabalhos de pintura a aguarela e ajudar a dinamizar o espaço. Sentado no degrau das escadas ouvi várias histórias, da então Professora de explicações, sobre como foi ali parar e quais as vontades e projectos tinha já pensado para aquele lugar. Quando numa das histórias foi contado que o Prof Agostinho da Silva visitou a Quinta um par de vezes, o meu interesse redobrou a vontade de preservar nem que fosse a memória da sua visita a Monte Santos. A ideia do professor era fazer daquele espaço uma Escola das Artes e do Pensamento Pedagógico. A matriarca da cultura em Sintra Maria Almira Medina, também fez parte desses "encontros memoráveis", isto dito por ambas as duas."alunas" do Professor, que as incentivou a comunicar com a edil Sintrense, das ideias e vontades que afloravam a cada encontro. Da minha parte (Casa das Cenas-Educação pela Arte) ainda dei o meu contributo para pôr a funcionar uma casa em anexo como /Atelier Coletivo. Limpo e pintado aimnda organizamos uma palestra sobre Agostinho da Silva. Nesse dia, de muita chuva, percebi que havia outra Quinta de Stº António na Estefânia e que a comunicação social local não deu importância ao acontecimento.
Os medos de estar a fazer algo "fora do Comum" pairou sobre a mente de quem vibrava (como eu) com o espaço e com a ideia de contribuir para fazer realmente história.
Passado mais de dez anos, ainda penso como seria o sorriso do Prof Agostinho da Silva se a memória daquele lugar desse alma ao criador.
Agora que se devia projetar para aquele Monte, que é de todos os Santos,
 a Casa da Memória da Paisagem Cultural, isso não há dúvida.
Seria um dos frutos mais duradouros e maravilhosos
que podíamos colher no futuro para presentear todos os Santos,
Sintrenses e todo o Mundo; e claro, um pouco de Agostinho da Silva. JZ

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A água é um direito de todo e qualquer cidadão do Mundo



Ler em Sintra, preservar o património, defender um bem público.

«A água é um direito e, assim, a luta em defesa da água tem de ser travada no plano da informação, do debate e da defesa deste bem público. A defesa da água, pela água como um direito, direito esse público, como elemento essencial à vida, à saúde e a todos os setores produtivos, tem assumido um papel determinante em todo o mundo e também em Portugal, onde são muitos os exemplos de mobilização em torno da defesa da água»,  Pedro Ventura, Vereador da Câmara Municipal de Sintra.  Posted by José A.S. Figueira

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Apresentação na Biblioteca de Montelavar do CD da Hora do Conto - Animação do Livro e da Leitura em Espaços Vivos

Lançamento do CD Hora do Conto na Biblioteca de Montelavar
É bom relembrar, que já lá vão uns aninhos,  que a freguesia de Montelavar, acolheu na noite de 30 de Setembro de 2007 a realização do lançamento de um CD com as histórias que Jozé Sabugo e Cláudio de Brito vinham contando à mais de dez anos. A apresentação contou com a presença de sócios, amigos, do presidente da Sociedade Filarmónica de Montelavar (Sr. José António), o administrador da Alescagest, João Luis Silva (patrocinador, sócio e amigo), a ilustre Maria Almira Medina, autora de uma das histórias e Madrinha da Casa das Cenas - Educação pela Arte, que é bom lembrar também fez, no passado dia 29 de Agosto, 94 anos. Parabéns.
O lançamento da obra, Inédita, com design e ilustração de Jorge Cardoso, numa edição de 500 exemplares, foi um acontecimento em que a Biblioteca de Montelavar se estreou ao público nesta iniciativa única. 
Volvidos mais de dez anos, Jozé Sabugo continua a contar, a escrever e a editar histórias e a Biblioteca, que podia se chamar, Biblioteca Maria Amira Medina, espera por outra iniciativa e promoção, agora com reportagens, noticias e muita divulgação para contar a história da cultura e património local, muitas vezes esquecidos como este facto histórico que acabo de contar. E o que mais me custa contar, é que faltou lá o meu amigo Cláudio para O Patinho Feio, A Menina Girassol ou o Biló e Botão de Rosa contar em gesto de agradecimento para todos presentes. Posted by José A.S. Figueira.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

MAGRUGADA, de Maria Almira Medina, um livro inspirador.


A Maria Almira Medina sempre ajudou os mais jovens e menos jovens, herança do pai com a seriedade da mãe. A Maria Almira sempre escreveu com uma visão cultural e crítica. A Maria Almira Medina sempre foi à frente e desde muito cedo. O livro Madrugada, publicado por amigos do Porto em 1956, na clandestinidade, voltou a ver luz pela mão de um antigo aluno e amigo Carlos de Melo, que quis que fosse editado pela Sintrense Casa das Cenas -Educação pela Arte, Associação, onde sempre deu a mão e que é "Madrinha". Em boa hora a SELENE - Culturas de Sintra, do poético Jorge de Menezes, entre outros, apresenta a Madrugada de Maria Almira Medina, a outros públicos, numa época em que o sonho e a esperança não pode deixar de comandar a vida.
Esta singela homenagem vem fazer jus à grandeza de uma escritora, pedagoga e artista plástica a nivel Mundial.  Bem hajam a todos os possibilitam dar um contributo na divulgação da poesia e poetas portugueses. O texto que transcrevemos a seguir é da responsabilidade de um jornalismo independente, SELENE, enviado por net como meio de divulgação da sessão de apresentação.
"A noite paira no mundo... isto vem num poema de Maria Almira Medina, escrito na década de 1940, mas não é hoje verdade também que a noite do pesadelo capitalista paira no mundo como a sombra de um horrendo animal moribundo, só capaz de gerar monstruosas diferenças sociais, injustiça, e
toda uma série de patologias associadas à profunda depressão que se vive? Como cortar a cabeça à horrível hidra? Como transformar o velho homem num homem novo, aquele visionado, desejado, anunciado pelos homens mais sábios da humanidade há muito tempo já, mas que teima em não surgir? Questões que pareciam arrumadas por um primário capitalismo triunfante, manifestam-se de novo com toda a acuidade. Neste ambiente que vivemos, o livro de poemasMadrugadade Maria Almira Medina, publicado clandestinamente em 1956, e vindo à luz em 2011 pela mão da sintrense Casa das Cenas, é um foco de luz no meio das espessas trevas que nos rodeiam. Porque precisamos de livros que nos falem de esperança, que despertem em nós a capacidade de idealizarmos um mundo melhor para vivermos. Selene - Culturas de Sintra debruça-se nesta edição do Outono de 2012 sobre
um único livro, um livro à procura do seu tempo histórico, um livro em demanda do seu lugar na história da poesia portuguesa. É o nosso contributo para que se realize justiça. (....) Fiéis à nossa matriz, continuamos a privilegiar uma visão cultural e crítica, e a firme defesa de um jornalismo independente."
Bem hajam a todos os que possibilitam dar um contributo na divulgação da poesia e dos poetas portugueses, bem como da poetisa maior sintrense Maria Almira Medina. Posted by José A.S. Figueira

domingo, 9 de setembro de 2012

PÁJARO DEL VINO
-poema-canción-
en medio del patio
soplaba la flauta
los parches latían
al ardor del canto
y amor era algo
que soltaba dulce
silencio de pájaro
la arena se amaba
con manos de niños
que alzaban cohetes
puentes y castillos
y vos derramaste
tu efímero sueño
de vino encendido
en medio del patio
la luna apoyaba
sus pies delicados
en alada danza
y yo deshojaba
las alas del sueño
por mis ojos de agua.
                                       
 
Este poema-canção de Rubén Vedovaldi é uma maravilha, um hino a sonhar a Amor a Vinho e a Dança.
Para mostrar a outros POETAS do MUNDO, Rubén,  Argentino, contatou e enviou ao Jozé Sabugo através da Casa das Cenas - Educação pela Arte, em Sintra, o poema-canção Pássaro do Vinho para o divulgar todos os poetas, artistas e Sintrenses, bem como a todo o Mundo que visita CENAS de SINTRA. Aqui está feito o seu pedido. Bem Haja.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Maria Almira Medina faz hoje 92 anos


A Maria Almira faz hoje anos.
Noventa e dois anos para ser mais claro e preciso.
Quando à pouco lhe liguei a dar os parabéns, era como se estivesse a começar uma vida nova.
Era a primeira vez que dava os parabéns a alguém com esta bonita idade. Não cabia de contente.
E assim, que ouvi a sua voz, feliz e contente, lancei os olhos para o futuro e pensei: Que fantástico será dar-lhe os parabéns no próximo dia anos. Já há um ano, tive a sensação de estar a começar algo de novo. Sintra no fim do crespúculo dava o mote. Sempre deu o mote e a Maria Almira muito ajuda.
Faz parte da familia. Da familia que vai crescendo e já passou o Milénio.
Deste milénio,  e que começam aos poucos a fazer parte da familia de artistas/criadores, são o andré azinheira e o daniel morales, simpáticos, belos e educados rapazes que neste dia, 29 de Agosto de 2012, no dia da Maria Almira, visitaram a Casa das Cenas - Educação pela Arte, querendo saber como podia acompanhar e disfrutar das actividades da mesma.
Para os parabenizar da sua iniciativa e homenagear a aniversariante, disse o poema do Avejão, do Livro Um tempo de Cata-sol da editora de prosa, pesia e teatro Casa das Cenas/Grupo Acusa.

E assim se fez noite de mais uma maravilhoso dia. Dia de aniversário da Maria Almira Medina.

Sintra Memória

Se a memória de Sintra, fosse escrita por faunos, druidas e carpins ou outros ente-deuses do monte da Lua, tudo seria poesia, tudo seria harmonia. Tudo seria vivificado e comtemplado. Mas, entre isso e coisa nenhuma, é bem melhor um texto com dedicatória e à memória de R. Bulhão Pato e de todos os que em cena visitaram esta Sintra Deambulada do Fernando. Obrigado amigo.
Maria Almira Medina na Casa das Cenas na Vila Velha Sintra
Sintra Deambulada
Em espectral viagem, partida, sabendo a serra ao lado, a milenar guardiã e larvar berço de lendas e histórias, de mouros e cristãos, visionários reis e viajantes, aristocratas e feiticeiros, espantados com o renovado verde, em presépio aninhando casas, palácios, fontes e miradouros. Em volta batem ritmos e matizes, surpresas e ilusões, alunos chegam para a escola que recomeça, funcionários para o serviço, senhoras para as compras, reformados para o jardim, agrilhoados contribuintes a prestar o dízimo e utentes contando cêntimos para pagar a água.
Fugindo da selva de intrusivos carros e denudados arrumadores, é a Partida para Shangri-La, deixando para trás os anzóis do Brancana e os seguros do Catarino, a garagem agora azul, a Ideal e o prateado Faria, antes da Vila e dos skaters invadindo a Estefânea da Marrazes e Simões, do Tirol e Monserrate, dos chineses dos alguidares e das velas, e também dos bancos, essas casas de usura predadoras dos fracos.
O Carlos Manuel do povo fechou, e, aristocrático, vestiu roupa nova, casa de ópera e Cadaval, desaparecida plateia de filmes a cinco escudos, do John Wayne ou Cantinflas. E também de Maria João Fontaínhas e Alvim, operários da cultura do tempo em que não era proibido sonhar. Também o casino fechou, sinuosa roleta o entregou em tempos a coleccionadores de metal agora debandados, pálido e amarelecendo.
No trilho da vila, chamado pelo silvar ventoso e perfumado da serra, a Correnteza, miradouro e varanda, parapeito de amores e de pombos, do Larmanjat ninguém já lembra, ondulante e inseguro. Como sempre, passam turistas e mirones, a descobrir o éden terreal, e rostos de muitas estações, baptizados e funerais, festas do cabo e da vila, cúmplices envelhecendo com a serra, fria no Inverno e cacimbada no Verão.
A viagem espectral aproxima-se do burgo, ecoa o som cadente dos cavalos, pretérita lembrança de reis e burgueses, de Maias e Calisto Elói, de Garrett e Zé Alfredo, Anjos Teixeira ou M.S.Lourenço. Vernacular, o torreal município é porta de entrada e fronteira, o leão de pedra o guardião, palpitantes os sentidos à vista da miríade encantada, a curva do Duche, o canelado odor da Sapa, o Valenças e as mansões, a água da fonte mourisca, jorrando cristalina. E o Grande Maior, da feiticeira Llansol, as camélias de Nunes Claro, o Carvalho da Pena cavalgando as nuvens, druida e fauno da serra e dos lagos.
Ofegante chega enfim a vila, utópico altar, lusitano reino dum palpável Parnasso. Não se vêm, mas escutam-se, Maria Almira, Rui Mário, Jorge Menezes, generosos actores de muitas gerações, danças medievais e bailes das camélias, os vitoriosos patins de Raio e Cipriano. E gulosos se saciam os sentidos com segredos de açúcar em orgias do paladar, à sombra tutelar do Paço.
Apurados os sentidos, a escadaria enfim, para hipnotizados mirar o castelo e invisíveis ogres lançando caldeirões de azeite, catalépticas bruxas invadindo a noite em invisíveis vassouras, e em ruidoso silêncio, escutar os passos dum rei prisioneiro, o ecoar das festas joaninas, Camões lendo para o jovem rei alucinado, a condessa d’Edla e Viana da Mota, acorrendo ao repicar do sino em S. Martinho.
Invisíveis faunos e visíveis heróis, incensados e perdidos, esperançosos e idealistas, tomam lugar enfim no camarote do Tempo, escoltados pela Nação dos Pássaros, as camélias e as fontes todos abraçam, anunciando o lauto festim da noite, à sombra da argêntea Lua.É Cynthia e o seu sortilégio.
Nota: Este texto é dedicado à memória de Raimundo Bulhão Pato, desaparecido do mundo dos vivos em 24 de Agosto de 1912, fez agora 100 anos.
Saudações Amigas do
Fernando Morais Gomes

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Faz tempo que por aqui Sintra é notícia.


Faz tempo que por aqui Sintra é notícia sem "postar" (palavra cibernética que hoje é usual dizer-se). E porque motivo perguntarão os amigos de Sintra?

O motivo é simples e dito em poucas palavras. Falta de tempo e sobretudo de colaboração para manter um blog actualizado com tanta cena que se faz, se pensa, se conta, se liga, se especula sobre e em Sintra.

Umas das cenas que ainda obrigatório escrever é sobre a representação de Sintra através do Jozé Sabugo, contador de histórias da Casa das Cenas - Educação pela Arte no 3º Festival Estadual de Porto Alegre, em Outubro de 2010 e nas Comemorações do dia Mundial do Contador de Histórias também na Casa da Cultura Mario Quintana em Porto Alegre, RS, Brasil, no passado mês de Março de 2011.

Uma outra cena que é importante fazer nota e referir é a convivência e abertura do Turismo (posto centro histórico de Sintra) com uma nova dinânima pela Associação de Turismo de Lisboa.

A ultima cena de salientar é que os amigos de Sintra e da Vila Velha estão preocupados com a fuga dos serviços necessários à população residente, à população que trabalha e aos muitos visitantes/turistas que visitam o centro histórico de Sintra.