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segunda-feira, 8 de junho de 2015

A Serra da Carregueira, Sintra, tem uma das mais importantes Coleções de ARBORETOS do País.


A serra da Carregueira, no Concelho de Sintra, tem uma das mais importantes Coleções de ARBORETOS do País. Basta percorrer a extensa área do Lisbon Club Camp enfrente Campo Clube de Belas para poder observar essa fantástica coleção e maravilha da natureza. Os arboretos (Plural do latim, Arboretum) em sentido estrito é uma coleção de apenas árvores num espaço que se possa replantar e disfrutar quando as árvores já são adultas. A serra até ao Paço de Sintra é um exemplo de um Arboretum apenas de árvores. Outras colecções relacionadas incluem um fruticetum (ou frutex latim, que significa arbusto ), e um viticetum, uma coleção de videiras. Século XVII era moda ter Jardim e o seu viveiro de plantas particular. As propriedades foram-se dividindo e de Arboretum ao Jardim Botânico foram anos a fazer colecções vivas de plantas lenhosas, a estudar os seus comportamentos, e a partir desse estudo, pelo menos em parte e pelos mais apaixonados pelos mistérios da natureza, servia para o estudo científico. Há arboretos especializados em coníferas, conhecidas como um pinetum. Outros Arboretos especializados incluem salicetums (salgueiros ), populetums e quercetums ( carvalhos ) .
Autumn colours at Westonbirt ArboretumGloucestershire, England
O termo Arboreto foi usado pela primeira vez numa publicação em 1833 na Revista do jardineiro, pelo Inglês por JohnClaudius Loudon, mas o conceito e algumas finalidades já eram conhecidas desde os tempos dos Faraós.

Inventores.
Estudos realizados, levam a afirmar que os Faraós foram os            primeiros a criar Arboretos. Os Faraós egípcios plantavam árvores exóticas e cuidavam delas para fins terapêuticos e medicinais. Entreelas trouxeram o ébano do Sudão, o pinho e cedro da Síria. Uma    expedição realizada de Hatshepsut para Punt, voltou com trinta e    uma árvores de olíbano ao vivo, as raízes das quais foram cuidadosa-mente mantidas em cestas para poderem resistir  á duração da       viagem. Segundo se consta esta foi a primeira tentativa registada    de  transplantar árvores estrangeiras para um mesmo local. Esses     locais onde tinham essas árvores plantadas, era perto dos tribunais ejuntos dos Templos Mortuário de Deir el Bahri.

Não apenas, na Serra da Carregueira, em todos os espaços de Biodiversidade, as universidades deviam resgatar todo este e outros co-  nhecimentos   milenares e potenciar as disciplinas de Cidadania e  Património Cultura para que a preservação da natureza seja a Maior Coleção da Comunidade e da Humanidade.

domingo, 31 de maio de 2015

SOCORRO, é Fundamental a aprovação da Estrutura Ecológica Municipal para a SERRA da CARREGUEIRA em BELAS

Falta Aprovar       Estrutura Ecológica Municipal*

Fundamental a aprovação da Estrutura Ecológica Municipal e a implementação do conceito de contenção dos aglomerados existentes, permitindo intercalações verdes entre os mesmos. À semelhança do Parque de Colaride, institucionalizado no PDM, é indispensável consagrar os corredores propostos na Rede Ecológica Metropolitana, pelo PROTAML como “Áreas Vitais” (Ferreira e Vara, 2001) e redelimitados, com maior rigor, pelo Plano Verde, a uma nova escala (1/10.000). Estes corredores devem ser mantidos como áreas non aedificandi e são constituídos pelos: Corredor do Jamor, Corredor da Ribeira da Jarda (incluindo o Monte da Parada) e Corredor de Manique.

SERRA DA CARREGUEIRA

Fica compreendida entre Dona Maria, a nascente, Meleças, a poente, Belas, a sul, e Almargem do Bispo, a norte. Inclui o importante aquífero de Vale de Lobos, antigamente aproveitado pelo Aqueduto das Águas Livres e seus subsidiários, de que se destaca o aqueduto da Mata. Na serra da Carregueira nascem os principais cursos de água que desaguam no oceano Atlântico entre Lisboa e Oeiras depois de atravessarem as cidades da Amadora, Queluz e Agualva-Cacém
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Alteração introduzida em 16 de julho de 2014:
A Câmara Municipal de Sintra torna público que tendo ocorrido um lapso no Aviso n.º 7233/2014, publicado no Diário da República 2.ª série, n.º 115, de 18 de junho, que publicita o início da discussão pública do Plano de Urbanização da Serra da Carregueira, para cumprimento do disposto no Artigo 77 do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial, e que por motivos técnicos não foi possível disponibilizar imediatamente o referido Plano no sítio da Internet da Câmara Municipal de Sintra, é decidida a prorrogação do prazo da discussão pública do Plano de Urbanização da Serra da Carregueira por mais dez dias.

A documentação encontra -se disponível na página eletrónica da Câmara Municipal de Sintra (www.cm -sintra.pt), na Divisão de Projetos Estratégicos, Planeamento e Informação Geográfica (DPEP) da Direção Municipal de Ambiente, Planeamento e Gestão do Território (DM -APG), da Câmara Municipal de Sintra, sito na Praça D. Afonso Henriques 2710 -520 Portela de Sintra, bem como na União de Freguesias de Queluz e Belas, Rua Conde de Almeida Araújo, 44, 2745 -061 Queluz.

As eventuais reclamações, observações, sugestões e pedidos de esclarecimento, dentro do prazo previsto, devem ser remetidas à Câmara Municipal de Sintra, em requerimento dirigido ao Exmo. Sr. Presidente da Câmara.
O prazo termina a 1 de agosto de 2014.
* Dados extraídos do GooGle

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

FILOMENA GALEGO com saudade do brincar de "Os Bichos" de Gandhy Piorski

"Quando, no Outono, visitámos o parque da Liberdade, deparámo-nos com  várias esculturas de animais.
Eram de uma exposição denominada "Os Bichos" que fez parte das comemorações dos 70 anos do parque, em 2007.
O Galo Verde de Sintra
Nessa altura, as esculturas eram bem vistosas e  foram coloridas com as cores das flores do parque, mas levantaram alguma polémica entre custo/beneficíos estéticos e mais valia para aquele bonito espaço verde. 
Mas "os bichos" lá ficaram e ainda lá estavam em Novembro passado, já com as cores desbotadas e, alguns, um pouco deteriorados.
Em Dezembro, algumas esculturas foram retiradas ou movidas para outro local, para a instalação da "Aldeia de Natal".
Lá foram, entre outros, o camelo, o rinoceronte, a girafa e o pato, para parte incerta...
Encontrámos um dos bichos, alguns metros à frente, na companhia do galo. Tinham-lhe colocado uma coroa de natal ao pescoço e lá estava ele com um ar meio triste que mais parecia um perú na véspera de Natal.
Não sei se, terminada  a época natalícia, os bichos voltaram para o parque ...
Se souberem, digam-nos! 
De qualquer modo, aqui fica o registo do que observámos nessa altura.
Sintra tem sempre motivos para ser visitada e revisitada e se não estiverem lá "os bichos",  há coisas muito interessantes para ver!
Boa semana."
Simplesmente adorei o texto; fala da importância do Lugar, de Os Bichos, da preservação, da memória, dos valores, do Belo, do Brincar, da admiração pelo Parque da Liberdade.
Não prometo mas irei dar o meu contributo para conservar a brincadeira de Os Bichos do Parque da Liberdade. JZ

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

CATARINA NUNES nos Amigos da Poesia de Sintra

No passado dia 29 de Novembro os Amigos da Poesia na Abrunheira ( Café/Restaurante Francês) abrilhantaram mais uma tarde de amigos com muita Poesia, Música e Dança.

Catarina Nunes


A surpresa foi a "poesia" da jovem Bailarina Catarina Nunes que fez da sua dança uma Eterna Poesia.


Para além da Poesia-Movimento da bailarina de dança clássica ibérica, José AfonsoLuciano ReisAbel Amaro,Maria Helena Paixão foram os poetas de serviço que  emocionaram e revitalizaram os presentes com os seus poemas. 
Jozé Sabugo leu poemas de Zé Manel da Lixa do seu livro " Poesia e a Vida" na continuidade do intercâmbio cultural entre Sintra e Lixa.
Em suma, foi uma tarde poética para lembrar os poetas de Sintra e os que por cá passaram e deixaram saudade.
Aos que estiveram presentes e deram a sua participação, presença e espiritualidade um bem haja.






sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Uma Visita a Sintra cheia de Surpresas e de Arte

"E tudo começou assim...

Um dia fomos passear a Sintra, um grupo do CENTRO DE ESTUDOS & ARTES localizado nos Casais de Mem Martins, de mochila ás costas (bem fornecida de alimentos e água), sapatos práticos e chapéu na cabeça. Concordámos todos em começar o dia pelo Museu de História Natural e chegámos à porta à hora de abertura, a equipa do museu ficou surpreendida com a nossa chegada...expliquei que não tínhamos pressa e que todos os elementos do grupo se portavam muito bem, pois já é nosso hábito fazermos visitas a museus, exposições de arte, etc. Entretanto, veio a pessoa responsável dizer-nos que estavam à espera de um grupo com marcação de cerca de 100 pessoas, mas que podíamos entrar de imediato. Entrámos e surpreendentemente alguém muito simpático acompanhou-nos na visita mesmo numa situação de surpresa sem marcação (as coisas estavam a correr bem!)...durante a visita a responsável pelo museu chegou ao pé mim e disse que iria acontecer um momento de "hora do conto". Olhei para o grupo e todos acenaram que sim com a cabeça, a resposta foi imediata, íamos ter um lugar arranjado à ultima da hora para assistir ao conto "o marinheiro". Seguimos a visita no meio da confusão que cem crianças conseguem fazer num museu...e subimos finalmente ao piso de cima para ir assistir ao Conto. Todos se portaram bem e gostaram daquele momento tranquilo e cultural, sem percebermos ao certo que grupo de teatro era aquele, agradecemos e seguimos o nosso caminho, pois já estávamos cheios de fome. Organizámos o grupo e fomos direitinhos às mesas do Parque das Merendas onde habitualmente almoçamos, quando vamos a Sintra. 

Postal da Casa das Cenas em Sintra
Decorrido o almoço em pleno convívio com a natureza fomos fazer a volta do costume pelas ruas da vila despertando a atenção dos turistas pela alegria com que as crianças percorrem as ruas e sentem a história dos livros sobre Sintra saltar para a frente dos seus olhos (eu sou tipo guia/professora chamando a atenção para cada cantinho, cada pormenor), de repente ali mesmo numa rua ao lado do edifício do turismo fiquei um pouco mais à frente que o grupo e vi sobre uma porta escrito "HORA DO CONTO" pensei para comigo "Nunca vi isto aqui! E espreitei...". Qual não foi a minha surpresa quando vejo dois rostos sorridentes a olharem para mim e a convidarem-me para entrar. Expliquei de imediato que os tinha visto no museu...e disseram para chamar o grupo. Entramos e estava o Jozé Sabugo e o Pedro Zigga a almoçar uma tigela de sopa e pão com queijo numa mesa redonda no meio da sala, rodeados por um mundo de objectos saídos de todas as histórias de Horas de Conto ou de peças de teatro executados pela CASA DAS CENAS, para além de estantes com livros, instrumentos musicais, cadeiras antigas e muitos outros objectos que nos fizeram passar como um portal para outro mundo...este sentimento foi partilhado com as crianças e jovens que nos acompanhavam! E depois de algumas horas que nem foram contadas no relógio à conversa, enquanto cada jovem teve uma experiência musical em que cantaram e tocaram um instrumento. Em cada palavra trocada fomos aos poucos cimentando a muita vontade de fazer alguma coisa pela cultura...de fazer uma parceria...para os jovens, para todos aprenderem pela arte...pela vida!
Cartaz da Festa da Hora do Conto
com o programa a passar no Centro de Estudos e Artes
 de  Mem Martins
Nesta sequência, a 4 de Outubro  de 2014, decorámos o nosso espaço e recebemos o grupo (Acusa Teatro) da CASA DAS CENAS no âmbito da FESTA HORA DO CONTO 2014...estivemos poucos mas o momento aconteceu e correu muito bem ! Parabéns à CASA DAS CENAS."

Este texto acima foi retirado do Facebook do Centro de Estudos e Artes de Mem Martins e,  é o testemunho de um Grupo que experiência um dia de Educação pela Arte em Sintra e participa de um roteiro cultural,    " de fazer alguma coisa pela cultura.." Este feliz acontecimento leva-me a escrever quatro versos - numa quadra do livro " Um Tempo de Cata-Sol " de Maria Almira Medina de 2007.

Mas a lua não tem fundo
tem entranhas generosas
transforma a fome em fartura
dá-nos pão e dá-nos rosas.